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Emplasa participa de seminário sobre a governança ambiental da Macrometrópole Paulista

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), no âmbito do Programa Fapesp de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais, e o Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE) convidam para o Seminário Diálogos Interdisciplinares sobre a Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista, que acontece em 28 e 29 de maio, das 8h30 às 12h30.

O objetivo do evento é refletir, de forma interdisciplinar, sobre o contexto atual, os desafios e oportunidades para a governança ambiental da macrometrópole em um contexto marcado pelas mudanças climáticas. Também assinala o primeiro ano do Projeto Temático Fapesp Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista face à vulnerabilidade climática.

Foram convidados cientistas, representantes de governos e da sociedade civil para debater o tema. A Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) integra a Mesa 1 sobre Contexto da Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista – perspectivas do poder público. O técnico Roberto Rusche apresentará a experiência do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI-RMSP) com ênfase nos resultados do Grupo de Trabalho "Sistema de Áreas Verdes e Áreas Protegidas".

Data: 28 e 29 de maio
Horário das 9h00 às 12h00
Local: Auditório da FAPESP
Rua Pio XI, 1500 - alto da Lapa - São Paulo - SP

Inscrições: http://www.fapesp.br/eventos/governanca/inscricao

PROGRAMA

28 DE MAIO

09:00

Solenidade de Abertura

José Goldemberg (IEE/USP | FAPESP)

Pedro Roberto Jacobi (IEE/USP)
Carlos Nobre (Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais/INPE)
Ildo Sauer (Vice-Diretor/IEE/USP)

Paulo Saldiva (Instituto de Estudos Avançados – IEA/USP)
Marcos Buckeridge (Instituto de Estudos Avançados – Programa USP Cidades Globais)

09:30

Palestra de abertura 

Tércio Ambrizzi (INCLINE/IAG/USP) 
Carlos Nobre (Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais/INPE)

10:00

Mesa 1 – Contexto da Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista – perspectivas do poder público 

Roberto Rusche (EMPLASA) 
Jussara de Lima Carvalho (SMA/CETESB) 
Laura Ceneviva (SVMA/PMSP) 
Bruna Cerqueira (ICLEI)

11:00

INTERVALO

11:15

Mesa 2 – Adaptação às Mudanças Climáticas na Macrometrópole – práticas 

Mariana Nicolletti (FGV/FGVces) 
Paulo Saldiva (IEA/USP) 
Fabiana Barbi (NEPAM/UNICAMP) 
Tatiana Maria Cecy Gadda (UTFPR/BPBES)

 29 DE MAIO

09:00

Mesa 3 – Biodiversidade e Instrumentos de Planejamento e Gestão Ambiental na Macrometrópole Paulista – instrumentos, gestão e políticas públicas 

Jean Paul Metzger (IB/USP) 
Paulo Pellegrino (FAU/USP) 
Renato Anelli (USP São Carlos) 
Gabriela Di Giulio (FSP/USP)

10:00

INTERVALO

10:30

Mesa 4 – Diálogos Interdisciplinares na Governança da Macrometrópole – contribuições do Projeto Temático 

Pedro Cortes (IEE/PROCAM/ECAUSP) – Governança Ambiental e Vulnerabilidades 
Luciana Travassos (UFABC) – Territórios e Instrumentos 
Paulo Sinisgalli (EACH/IEE/PROCAM/USP)

12:00

Encerramento


Informações:
(11) 3838 4362 /  eventos@fapesp.br

Sobre o evento:http://www.fapesp.br/eventos/governanca

 

07/05/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Emplasa participa de seminário sobre a governança ambiental da Macrometrópole Paulista)

O poeta Valdir Finoti, vencedor do concurso de poesias da AFPESP, já organiza primeiro livro de poemas

Sentado no metrô, a caminho do trabalho, ele vê a cena corriqueira de uma jovem no banco reservado às prioridades, enquanto um idoso viaja em pé. Imediatamente, saca o bloco de anotações e ali mesmo nasce o poema "Cenas do Cotidiano".

Este é o processo de criação do poeta paulistano de 49 anos Valdir Finoti, funcionário da Gerência Administrativa (GAD) da Emplasa, que conquistou em março o primeiro lugar no V Concurso de Poesias, Crônicas e Contos promovido pela Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP).

Estimulado pelo prêmio, Finoti já organiza uma coletânea de poesias para publicação em 2019, capitaneadas por "Algoz", o poema vencedor.

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Cerimônia de premiação na sede da AFPESP.

Casado com Vânia, dois filhos, Giulia e Gustavo, ele encontra inspiração nas coisas simples da vida cotidiana, hábito que começou cedo, ainda na década de 1980, quando compunha letras de rock pra bandas de garagem com o parceiro Givanildo Cardoso dos Santos.

Fã de Raul Seixas, chegou a colecionar 4.000 páginas sobre o roqueiro baiano, acervo doado a um de seus fãs clubes. Até que leu Feliz Ano Velho, livro de Marcelo Rubens Paiva, e enveredou pela literatura. Nascia o poeta.

Mesmo com apenas 10% da visão, sua produção nos últimos seis anos tem sido constante, com cerca de 80 poemas selecionados para integrar o livro, que terá o sugestivo título Raios de Sol em Noites de Luar. A busca por financiamento já começou e Finoti está empenhado em participar de novos concursos para mostrar suas criações.

Conheça o trabalho de Valdir Finoti.


Cenas de um Cotidiano

Uma jovem sentada e um idoso de pé,
Inversão de valores tão descrentes da fé,
E a solidão de um ser, com um corpo tão sujo e desnudo,
Indigente a todos que passam e invisível ao olhar deste mundo,
E o pé no chão da criança, com a fome que cala a esperança,
Faz da pedra e da erva alimentos, que sustentam os seus pensamentos,
Viajar entre os sonhos perdidos, por um mar de ilusões tão sombrio,

Que moral cobrar neste tempo, se é imoral este seu pensamento,
De achar que você não tem culpa e de achar que o problema é alheio.
Ser mais um no chão da cidade, sem ter rosto e nem identidade,
Sentir o frio no olhar dos que passam que é mais frio que um dia do inverno,
E o que dizer do olhar sem visão, que não enxerga com o coração,
É imoral este seu pensamento, de achar que o problema é alheio,
São as cenas do cotidiano, que te impedem de ser mais Humano...



Reflexos da Alma

E assim eu me encontrava, perdido num silêncio que ensurdecia minha alma. Como em um jogo de xadrez, eu decidi me encarar, e diante de mim mesmo, refletido num espelho, eu resolvi me questionar.

Batia no meu rosto todo meu desgosto, eu via em minha frente o inverso da moeda que custou a liberdade de dizer ao meu ouvido tudo o que eu penso de tudo o que eu digo.

Notei que meu olhar me disse tanta coisa, reli os meus poemas, saí à rua à noite, saquei que aquele lance mudou o meu caminho e o sangue de anteontem hoje virou vinho.

Toquei na minha imagem que o espelho refletiu, chorei diante dela, e a imagem me sorriu. O eu, que há muito tempo pensava só em mim, ali na minha frente tentando ser feliz, dizendo sem palavras que não pode ser assim, ficar diante dela e se escondendo atrás de mim.

E uma luz que no fundo da parede queimou ao acender, onde uma porta se fechou e me deixou sem entender, eu juro que eu quis fugir daquela dor de ver a minha imagem julgar seu criador. O medo tomou conta, mas dominei minha razão, saí em minha busca pra me ver com o coração, juntei aquela imagem com o eu que ali restou, de toda aquela intriga que criei ao meu redor.

E me encarando ali parado, eu vi por outro ângulo os meus pontos de vista, pude rever os meus conceitos e refiz a minha lista e ao tocar a minha imagem que o espelho refletiu, eu lutei contra os meus medos e superei todos meus traumas, e foi então que pude ver que o meu peito se abriu, onde vazou todos meus sonhos que até então eu represava e que inundaram a minha vida e que lavaram a minha alma.

Então me perguntei onde é que eu estava e pude ler nas entrelinhas, do olhar que ali restava, que apesar de tão distante de onde eu ficava, estava sempre ao meu lado, onde eu não me procurava.

Alicercei meu sentimento e respirei com muita calma e buscando entendimento eu abracei a minha alma. E diante de mim mesmo eu pedi o meu conselho, e uma voz que ecoou dentro do meu coração me disse com muito carinho e sem nenhum ressentimento. _ Olhe dentro dos teus sonhos e viva o teu momento, quebre os seus paradigmas que estão dentro do peito. E foi então que pude ver que pra me livrar dos meus fantasmas e acabar com o pesadelo, ou eu quebrava a tal imagem ou me trancava no espelho.



Tão Bela...

Você como a flor,
De uma flor tão bela,
De uma flor de amor,

Floriu um jardim,
De Azaléia, Rosa e Jasmim,
Floriu em sorrisos, floriu para mim,

Você como a flor,
Que no orvalho da noite,
Onde os grilos se perfumam e cantam,
Mas é no Sol das manhãs,
Que as borboletas te amam,
Que as borboletas se encantam,

E do pólen mais puro,
Que meu amor eu lhe juro,
As mesmas juras de amor,
De uma História tão Bela,
De um jardineiro e uma flor...

Para minha esposa e meus filhos, que baterão suas asas como belas borboletas.




26/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (O poeta Valdir Finoti, vencedor do concurso de poesias da AFPESP, já organiza primeiro livro de poemas)

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