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População pode enviar propostas para Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado

A Plataforma Digital do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da Região Metropolitana de Campinas (RMC) está aberta para o recebimento de propostas da sociedade civil. Para participar basta acessar o link https://www.pdui.sp.gov.br/rmc/, clicar no ícone “Faça uma proposta” e fazer o cadastro.

O PDUI estabelece diretrizes, projetos e ações para orientar o desenvolvimento urbano e regional, buscando melhorar as condições de vida da população metropolitana, com compromissos em torno de políticas públicas de interesse comum. Para a elaboração do Plano, a Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp) montou a Câmara Temática do PDUI, com representantes do Estado e dos municípios que a integram, além de representantes da sociedade civil, e firmou uma parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp) e a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa).

Segundo informou o diretor do Departamento de Aprovações da Secretaria de Planejamento Urbano e Engenharia, Marcelo Fochi Soubhia, que é o representante de Indaiatuba na Câmara Temática, é importante que a população participe com sugestões, porque a proposta do PDUI é organizar o desenvolvimento das cidades que compõem a RMC e isso está diretamente ligado à qualidade de vida da população dessas cidades. “As audiências públicas devem ser iniciadas no mês de novembro”, avisou.

A definição do Plano de Trabalho foi passo inicial da elaboração do PDUI-RMC. Pelo cronograma aprovado pela Agemcamp, até o final de 2018 será finalizado o caderno de sustentação para a minuta do Projeto de Lei do PDUI-RMC, a ser apresentado à Assembleia Legislativa, incorporando as propostas e sugestões vindas da participação popular.

O texto precisa ser analisado e aprovado pelos deputados para entrar em vigor. O Estatuto da Metrópole, Lei Federal nº 13.089, sancionado em 2015 e modificado pela Medida Provisória nº 818 de 11 de janeiro de 2018, determina que todas as regiões metropolitanas e aglomerações urbanas brasileiras desenvolvam, até 31 de dezembro de 2021, seus Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado. Após a aprovação da Lei, os municípios que integram essas unidades territoriais deverão compatibilizar seus Planos Diretores Municipais às novas regras.

Entre as diretrizes que nortearão as propostas do PDUI estão a orientação da ocupação urbana, a intensificação do uso das áreas urbanizadas ociosas, a melhoria na distribuição das atividades no território, a garantia de abastecimento de água para futuras gerações, a promoção de corredores ecológicos para manter a biodiversidade e preservar os mananciais e a garantia de um marco legal construído coletivamente.

Conforme definiu a direção da Agemcamp, o PDUI será a base para proposição e articulação de políticas públicas para a RMC, incluindo a alocação de recursos orçamentários, do ponto de vista interfederativo, e do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano.

Também será o principal instrumento para a governança interfederativa, direcionando projetos e ações para atendimento das demandas presentes e futuras voltadas ao desenvolvimento sustentável metropolitano, envolvendo solidariamente os três níveis de governo e a sociedade. Com informações da Prefeitura de Indaiatuba. Imagem:  Eliando Figueira RIC/PMI

Por Z1 Notícias

08out2018

https://www.z1portal.com.br/populacao-pode-enviar-propostas-para-plano-de-desenvolvimento-urbano-integrado/

08/10/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (População pode enviar propostas para Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado)

Encontro em Sorocaba vai tratar dos desafios para a conservação da Mata Atlântica na RMS

Na próxima sexta-feira (5), das 8h às 17h, a Prefeitura de Sorocaba, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de São Paulo e o Sindicato Rural de Sorocaba vão realizar o Workshop “Desafios da Conservação do Bioma Mata Atlântica na Região Metropolitana de Sorocaba” no auditório do Centro de Referência em Educação (CRE), localizado na rua Artur Caldini, 211, no Jardim Saira.

O evento está sendo organizado pela Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema) e pela Secretaria de Relações Institucionais e Metropolitanas (Serim). “O nosso objetivo é reunir os atores sociais responsáveis por ações de conservação do bioma na região para discutir estratégias e condições para enfrentar esse desafio”, afirma o secretário da Sema, Jessé Loures.

Um dos palestrantes do workshop será o ambientalista Mário Mantovani, da SOS Mata Atlântica, que vai falar sobre o cenário das políticas e planos municipais de conservação da Mata Atlântica na Região Metropolitana de Sorocaba.

A Mata Atlântica é um bioma muito importante porque é considerada um Hotspot mundial, ou seja, uma das áreas mais ricas em biodiversidade (quantidade e variedade de espécies vegetais e animais) e mais ameaçadas do planeta e também decretada Reserva da Biosfera pela Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição Federal de 1988. Sorocaba está localizada numa área de transição entre o bioma Mata Atlântica e o bioma Cerrado.

O público-alvo do evento inclui funcionários públicos e tomadores de decisão dos governos municipais e estadual, universidades e institutos de pesquisa, órgãos de extensão, sindicatos, produtores rurais, indústrias, empresas, organizações não governamentais e demais interessados.

As vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas através do link https://goo.gl/forms/hIgwqNWqiOWoq2f92, que serão preenchidas priorizando representantes de instituições de relevante trabalho na região metropolitana. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail jardimbotanico@sorocaba.sp.gov.br ou de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo telefone (15) 3228.1256.

Programação

08h00 – Recepção

08h20 – Abertura

09h00 – Palestra “Cenário das áreas conservadas e em restauração do bioma e as metas de programas relacionados no Estado de São Paulo”, com o prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues – da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”

10h00 – Intervalo

10h30 – Palestra “Cenário das Políticas e Planos Municipais de Conservação da Mata Atlântica na Região Metropolitana de Sorocaba”, com o ambientalista Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica)

11h30 – Palestra “Cenário do Cadastro Ambiental Rural na Região Metropolitana de Sorocaba”, com Beatriz R. Murbach Caes e Raquel M. Fonseca de Marco (Núcleo Regional de Programas e Projetos VIII – Sorocaba

Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais – CBRN, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SMA)

12h30 – Intervalo/almoço

13h30 – Apresentação dos Grupos de Trabalho

14h00 – Dinâmica “Desafios e Ações para a Mata Atlântica”

15h30 – Pausa para café e reorganização dos resultados

16h00 – Apresentação dos resultados de cada Grupo de Trabalho

16h40 – Encerramento

08h às 12h – Exposição de trabalhos da Sema e demais interessados

Por Sorocaba Fácil  

01out2018

https://www.sorocabafacil.com.br/noticias/encontro-em-sorocaba-vai-tratar-dos-desafios-para-a-conservacao-da-mata-atlantica-na-rms-11537

02/10/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Encontro em Sorocaba vai tratar dos desafios para a conservação da Mata Atlântica na RMS)

Dados do Caged apontam crescimento de 237,97% no emprego em Indaiatuba e região
As cidades da RMC que se destacaram na geração de emprego foram Campinas, Vinhedo, Indaiatuba e Americana, com 1.895 contratações.

A geração de empregos na Região Metropolitana de Campinas cresceu, em agosto de 2018, 237,97% em relação a mesmo período do ano passado. Os dados do Caged apontam que em agosto foram gerados 2.332 postos de trabalho, fruto da contratação de 31.427 trabalhadores, contra a eliminação de 29.095 postos de trabalho.

Para o Economista da ACIC, Laerte Martins, esse foi o melhor agosto dos últimos sete anos. Para Laerte Martins, os números refletem a abertura de vagas que ficou reprimida por causa da insegurança gerada pela greve dos caminhoneiros. A melhora expressiva, no entanto, se concentra nos setores de serviços e comércio.

As áreas da indústria, construção civil e agropecuária ainda mantém números negativos. Mas, para Laerte Martins, com o aumento do consumo, a tendência é de expansão também no emprego do setor de produção. As cidades da RMC que se destacaram na geração de emprego foram Campinas, Vinhedo, Indaiatuba e Americana, com 1.895 contratações.

Só em Campinas, no mês de agosto houve 874 contratações, cerca de 327,60% acima das 384 eliminações de agosto e 2017. As quatro últimas posições ficaram para Morungaba, Monte Mor, Paulínia e Cosmópolis, com 382 eliminações de vagas. Os números do emprego na RMC seguem a mesma tendência nacional, que teve crescimento de 217,91% na abertura de vagas.

Por Z1 Portal

27set2018

https://www.z1portal.com.br/dados-do-caged-apontam-crescimento-de-23797-no-emprego-em-indaiatuba-e-regiao/

28/09/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Dados do Caged apontam crescimento de 237,97% no emprego em Indaiatuba e região)

Rio Claro sedia evento sobre planejamento regional

O município de Rio Claro sedia na quinta-feira (27) encontro sobre planejamento regional com participação dos 23 municípios que compõem a Aglomeração Urbana de Piracicaba (AUP). O evento será realizado na Câmara Municipal, das 14 às 18 horas, com participação gratuita. A organização é da prefeitura e da Câmara, com apoio da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A).

Os organizadores ressaltam a importância da participação de representantes de entidades públicas e privadas, entre outros segmentos. No encontro será apresentado o documento Panorama Regional (Emplasa, 2017), com enfoque nos municípios da microrregião de Rio Claro: Analândia, Araras, Cordeirópolis, Corumbataí, Ipeúna, Iracemápolis e Santa Gertrudes.

Também serão discutidos temas de âmbito regional para formulação de propostas que possam integrar o Plano Diretor Urbano Integrado (PDUI) da Aglomeração Urbana de Piracicaba (AUP), que está em elaboração. “O PDUI é um instrumento legal de planejamento que estabelece diretrizes, projetos e ações para o desenvolvimento regional”, destaca o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “A finalidade é tratar dos assuntos de interesse regional e buscar soluções conjuntas”, reforça a superintendente do Arquivo Público e Histórico, Monica Frandi Ferreira, representante da prefeitura na comissão técnica do PDUI.

Os temas em discussão serão “Desenvolvimento Urbano e Econômico”, “Redes Estruturais”, “Meio Ambiente” e “Atendimento Social”. Dentro desses temas vão ser debatidas questões sobre planejamento e uso do solo, habitação de interesse social, desenvolvimento econômico, turismo, unidades de conservação, saneamento básico, recursos hídricos, resíduos sólidos, transporte, sistema viário regional, energia, saúde pública, segurança pública, defesa civil, educação e cultura.

Por Rio Claro SP

25set2018

https://www.gruporioclarosp.com.br/rio-claro-sedia-evento-sobre-planejamento-regional/

27/09/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Rio Claro sedia evento sobre planejamento regional)

Sistema Cantareira: replantio leva a economia no tratamento

SÃO PAULO - Durante a crise hídrica de 2014, um dos fatores apontados como um problema para o Sistema Cantareira foi a baixa cobertura florestal do entorno. Em toda a bacia, que compreende uma área de 228 mil hectares, apenas cerca de 25% têm mata. Projetos de reflorestamento vêm sendo feitos desde então, com o objetivo de minimizar esse problema, mas ainda ocorrem em pequena escala.

Uma pesquisa feita pelas ONGs World Resources Institute (WRI), The Nature Conservancy (TNC) e Fundação Boticário traz agora um novo argumento para incentivar o plantio: além de ajudar na captação de água, árvores podem trazer economia no tratamento.

O trabalho colocou em números algo que já se percebe na prática: a floresta retém a erosão e diminui a quantidade de sedimentos nos rios. Um reflorestamento de 4 mil hectares - apenas 2% da área de recarga do reservatório - poderia gerar uma economia de R$ 300 milhões somente no tratamento da turbidez da água, estimam as organizações.

O cálculo será apresentado nesta terça-feira, 25, com o lançamento do relatório "Infraestrutura natural no sistema de abastecimento de água de São Paulo", obtido com exclusividade pelo Estado

De acordo com o estudo, que considerou somente o reflorestamento em áreas de pastagens degradadas, o investimento necessário é de R$ 120 milhões, incluindo a manutenção das florestas restauradas, com um retorno financeiro de 28% - taxa compatível com a observada no setor de abastecimento.

A ideia foi mapear áreas prioritárias para a restauração e assim obter os melhores resultados. "Se esse investimento fosse usado para restaurar aleatoriamente na bacia, a redução de sedimentos poderia ser de 8%. Mas em pastagens degradadas, que são mais suscetíveis à erosão, a redução pode chegar a 36%", calcula o economista do WRI Rafael Feltran-Barbieri, um dos autores do trabalho. 

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - principal beneficiária da estratégia - é o alvo do estudo.

"Queremos mostrar que conter os sedimentos com o reflorestamento vai evitar um custo maior no tratamento da turbidez lá na frente", complementa Rachel Biderman, diretora do WRI-Brasil. 

Ela lembra que a restauração pode tornar o sistema também mais resiliente, em especial diante de um cenário de mudanças climáticas, que pode mudar o regime hídrico, levando extremos - muita chuva alternada com muita seca.

A Sabesp informa que já vem fazendo essa restauração nas terras de sua propriedade - que correspondem a cerca de 7% do sistema. Segundo Mara Ramos, gerente de Recursos Hídricos da empresa, a cobertura florestal nesses locais passou de 61% na década de 1980 para 75% hoje.

"Chegamos a 35 mil hectares, o equivalente ao município de Guarulhos", diz.

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente também realiza alguns projetos na região, dentro do Programa Nascentes. Segundo a pasta, eles cobrem 446,7 hectares.

Para os autores, porém, como são áreas ainda muito pequenas em relação à toda a bacia, o impacto é insuficiente. É preciso investir nas áreas privadas.

Na prática

Pioneiro em reflorestamento, o consultor de tecnologia Marcelo Mig, de 60 anos, que tem um pequeno sítio em Joanópolis, no braço do Rio Jacareí, que abastece um dos reservatórios, defende a ampliação. Cinco dos seis hectares de sua propriedade são hoje floresta - resultado de um trabalho de conservação e restauração que começou há 29 anos justamente em áreas de pastagem degradada. 

"Na crise hídrica, enquanto meus vizinhos ficaram com o poço sem água, o meu aguentou ainda mais um ano", lembra. Hoje alguns deles estão seguindo seu caminho. "Agora a represa está baixa de novo, vemos uma faixa enorme de terra exposta, suscetível à erosão. Na crise, quando ela baixou totalmente, dava para ver como tinha assoreamento no fundo. As árvores evitam isso", ensina.

Por O Estado de S. Paulo

Giovana Girard

25set2018

https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,cantareira-replantio-leva-a-economia-no-tratamento,70002517629

25/09/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Sistema Cantareira: replantio leva a economia no tratamento)

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