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Campinas é top em gestão ambiental

Mesmo caindo duas posições no ranking ambiental do Estado de São Paulo em 2018, Campinas se manteve entre os dez primeiros da classificação geral do Programa Município Verde Azul. O Município ocupa a sétima posição, com 91.58 pontos. A premiação ocorreu anteontem à noite em Apesar da perda de duas posições, cidade está em 7º lugar evento no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador Márcio França (PSB) e do secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Trani.

A pontuação obtida coloca "A cidade tem mais de um milhão de habitantes, é diferente com relação aos desafios de cidades menores.” ROGÉRIO MENEZES Secretário municipal do Verde Campinas em primeiro lugar também entre os municípios das Bacias PCJ e da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Este é o terceiro ano consecutivo que o Município assume a liderança nestes segmentos.

 “O desafio é permanecer entre as dez melhores. A cidade tem mais de um milhão de habitantes, é muito diferente com relação aos desafios da gestão ambiental de cidades bem menores. Isso torna ainda maior nossa satisfação com o reconhecimento do trabalho realizado nos últimos seis anos”, afirmou o secretário municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS), Rogério Menezes, que participou da cerimônia como presidente da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), compondo a mesa de autoridades e a entrega dos prêmios.

Alguns indicadores recentes de Campinas justificam a boa colocação no ranking. A cidade tem, por exemplo, mais de 140 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs), além de ter plantado cerca de 1 milhão de mudas de árvores nos últimos cinco anos.

O Programa Município Verde Azul, iniciado em 2007, premia os municípios com melhor desempenho, levando em conta diversos quesitos ambientais, com o objetivo de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental com a descentralização e valorização da agenda ambiental no Estado de São Paulo.

 Nesta edição de 2018, São José do Rio Preto apareceu na primeira colocação, com 94.65 pontos. Também ficaram à frente de Campinas as cidades de Botucatu (93.96), Santa Adélia (93.2), Fernandópolis (92.7), Novo Horizonte (92.64) e São Pedro do Turvo (92.63).

 Entre os municípios da RMC, sete ficaram entre as 50 melhores do Estado. Monte Mor, por sua vez, foi a pior da região, com 7.43 pontos, na modesta 464ã posição estadual. A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Monte Mor, por meio de sua assessoria de imprensa, mas não obteve retorno.

Fonte: Correio Poupular

Data: 22/12/2018

Por: Renato Piovesan

Link: http://correio.rac.com.br/

26/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Campinas é top em gestão ambiental )

Em dez anos, Metrô e Trem cresceram 55% em número de viagens

De acordo com a Pesquisa Origem Destino (OD), maior consulta de mobilidade urbana do país, realizada a cada 10 anos pelo Metrô de São Paulo, o sistema de transporte sobre trilhos apresentou crescimento de 53% no número de viagens diárias na Grande São Paulo, entre 2007 e 2017.

A OD mostra que as viagens diárias feitas utilizando metrô e trem como modo principal chegaram a 3,4 milhões e 1,3 milhão, respectivamente, em 2017. Na apuração de 2007, eram 2,2 milhões de viagens diárias de metrô e 800 mil nos trens (crescimento de 55% em ambos). No mesmo período, os ônibus apresentaram queda de 5%, de 9 milhões de viagens/dia para 8,6 milhões em 2017.

Para Luiz Antonio Cortez, gerente de Planejamento, Integração e Viabilidade dos Transportes Metropolitanos, a pesquisa é fundamental não só para o Metrô, mas para todo o setor de transporte, seja coletivo ou privado, e também para o planejamento urbano dos municípios e da Região Metropolitana de São Paulo.

“Com os dados é possível identificar onde os maiores deslocamentos ocorrem e, a partir daí, realizar simulações de demanda futura que dão o insumo para saber, por exemplo, quantos passageiros uma nova estação ou uma linha de metrô deverá receber. Essas informações são primordiais para saber até mesmo quantas escadas rolantes uma estação deverá ter, além de dar o embasamento necessário para poder priorizar os investimentos e execução de projetos, que podem ser novas linhas de metrô ou trem, novas estações, criação ou remanejamento de linhas de ônibus”, explicou.

Ao todo, o transporte coletivo, que compreende metrô, trem, ônibus, escolar e fretado, foi responsável por 15,3 milhões de viagens/dia, representando 37% do total de viagens feitas na Região Metropolitana de São Paulo (crescimento de 10%). Esse tipo de transporte faz parte da categoria de viagens motorizadas, que foram 28,2 milhões por dia ou 68% do total, um aumento de 12%. Em 2007 eram 25,2 milhões ou 66% do total.

Também está inserido na categoria de motorizado o transporte individual, constituído pelas viagens por automóvel, motocicleta e táxi, e que representou 12,9 milhões/dia ou 31% do total, com crescimento de 15%. Nessa modalidade o destaque fica por conta do grande aumento das viagens realizadas utilizando táxi. Foi registrado um salto de 424%, saindo de 90,7 mil para 475,3 mil viagens/dia.

E a novidade está no chamado “táxi não convencional”, que são os serviços similares a táxi, requisitados via aplicativos de celular, e que foram levantados na pesquisa domiciliar pela primeira vez nesta edição – por se tratar de um novo modo de transporte. Os “não convencionais” promoveram 362,4 mil viagens/dia ou 76% das viagens feitas apenas por táxis, enquanto os convencionais representaram 24%, com 112,9 mil viagens.

A pesquisa contabilizou também as viagens não motorizadas, que foram 13,2 milhões, representando 32% do total. O aumento foi de 2% em relação a 2007, que havia apontado 12,9 milhões de viagens ou 34% do total à época. Essa forma de deslocamento é constituída pelas viagens a pé e por bicicleta.

Embora a não motorizada não seja a modalidade de deslocamento mais utilizada em São Paulo, é nesse grupo em que se encontra a forma campeã de viagens diárias como modo principal: a pé. São 12,8 milhões de viagens a pé por dia, com aumento de 1% (12,6 milhões em 2007), representando 31% de todas as viagens. Já a bicicleta é responsável por 0,9% do total de viagens com 400 mil/dia, em um aumento de 32% (300 mil em 2007).

Para o dentista Elieser de Melo, a pesquisa também é muito interessante para quem utiliza o transporte público. “É bom saber que existe uma pesquisa que consegue medir as necessidades dos usuários. Isso mostra que melhorias podem ser feitas com base no que realmente precisamos”, avalia.

Sobre a Pesquisa Origem Destino

Para entender a mobilidade e a forma como as pessoas se deslocam na Região Metropolitana de São Paulo, proporções gigantescas foram adotadas pelo Metrô de São Paulo na execução da pesquisa. Foram 2.400 pessoas envolvidas nos trabalhos de pesquisa em campo para visitar 132 mil domicílios, dos quais 32 mil foram validados. As residências visitadas estavam distribuídas nos 39 municípios da Grande São Paulo, em 517 zonas delimitadas para a pesquisa.

A coleta das informações foi feita com todos os residentes de cada um desses domicílios para saber quantos, quais e como foram feitos seus deslocamentos ao longo de um dia útil. Nesta edição, o questionário foi aplicado com a utilização de tablets, que permitiram a verificação automática de inconsistências nas respostas e também auxiliaram no georreferenciamento dos locais informados.

No total, foram realizadas 156 mil entrevistas e 160 instituições estiveram envolvidas no trabalho. Na Linha de Contorno foram pesquisados 21 postos em rodovias de acesso à RMSP, três terminais rodoviários, dois aeroportos e quatro locais de aglomeração de ônibus fretados.

Após 11 meses de trabalho para a coleta das informações nos domicílios e 5 meses na Linha de Contorno, o próximo passo é realizar a montagem do banco de dados, montagem de variáveis auxiliares, além da tabulação dos resultados, análise e elaboração dos relatórios finais.

Esta foi a sexta edição da OD, que é feita a cada 10 anos pelo Metrô desde 1967. A partir da primeira pesquisa foi elaborado o primeiro plano para a construção da rede básica de metrô de São Paulo. Ao longo destes 50 anos, foi possível perceber as grandes mudanças ocorridas na metrópole e planejar a expansão do sistema de transporte para atendimento da população.

 

Fonte: Portal de notícias do Governo

Data: 20/12/2018

Por: redação

Link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/metro-e-trem-sao-os-coletivos-que-mais-cresceram-em-numero-de-viagens/

21/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Em dez anos, Metrô e Trem cresceram 55% em número de viagens)

Prefeitos mantêm Rodrigo Ashiuchi na presidência do Condemat para 2019

O Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) decidiu manter o prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR), na presidência para o ano de 2019. A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira (18). Nenhum outro apresentou candidatura.

 Além disso, o prefeito de Salesópolis, Vanderlon Gomes (PR), assume o cargo de segundo tesoureiro, no lugar do chefe do executivo de Mogi das Cruzes, Marcus Melo (PSDB). (Confira a composição abaixo.

 A decisão foi por aclamação e, na avaliação de Ashiuchi, representa uma intenção de dar continuidade aos trabalhos do consórcio. "Apesar de ter sido um ano de Copa do Mundo e de eleição com dois turnos, a gente somou conquistas neste ano", pontuou.

 Durante a reunião, o presidente divulgou que o Condemat poderá abrigar mais municípios a partir do ano que vem. Segundo ele, as cidades de Bertioga, no Litoral Norte, e Santa Branca, no Vale do Paraíba, estão interessadas em unir forças.

 “À princípio, a participação será como convidadas para que possam conhecer o funcionamento do consórcio e avaliar de que forma podem somar. Se for viável, depois virá a parte administrativa para serem consorciadas. Entendemos que essa abertura pode fortalecer a atuação do Condemat”, ressalta o presidente Rodrigo Ashiuchi.

 Ashiuchi também apresentou um balanço de ações realizadas durante o ano de 2018 pelo consórcio, como o contrato firmado com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), a assinatura do convênio de repasse de R$ 980,1 mil do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) para o estudo de compensação financeira aos municípios produtores de água, a implantação de Residências Terapêuticas, a realização de duas edições do Sabores do Alto Tietê e a criação de duas Câmaras Técnicas: de Infraestrutura e de Projetos e Convênios.

Uma das Unidades de Residência Terapêutica foi instalada em Suzano para atender pacientes com quadros psiquiátricos que estavam internados em hospitais.

 “Demos início também a grandes trabalhos, como o pedido feito ao Governo do Estado para que o Hospital das Clínicas de Suzano ‘abra as portas’ para atendimento dos moradores da região; uma alça de saída do Rodoanel em Suzano, que vai contemplar quatro cidades; obra viária intermunicipal que faz a ligação dos municípios de Guararema e Salesópolis”, afirmou.

 Com pressão do Condemat, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) liberou o sistema para compatibilização de leis para licenciamentos ambientais no Alto Tietê. A medida agiliza e traz segurança jurídica para as prefeituras no licenciamento de projetos.

 Já para a primeira reunião de 2019, que será realizada no fim de janeiro, Ashiuchi pediu para que todos os prefeitos apresentem a principal demanda de sua cidade, para solucionar os problemas com auxílio dos governos Estadual e Federal, bem como apoio dos deputados eleitos.

Composição do Condemat em 2019

  •          Presidente: Rodrigo Ashiuchi – Prefeito de Suzano
  •          Vice-presidente: Mamoru Nakashima – Prefeito de Itaquaquecetuba
  •          1º Tesoureiro: Fábia Porto – Prefeita de Santa Isabel
  •          2º Tesoureiro: Vanderlon Oliveira Gomes – Prefeito de Salesópolis
  •          1º Secretário: José Luiz Monteiro – Prefeito de Arujá
  •          Presidente do Conselho Fiscal:Adriano Leite – Prefeito de Guararema
  •          Membro do Conselho Fiscal: Walter Tajiri – Prefeito de Biritiba Mirim
  •          Membro do Conselho Fiscal: José Carlos Fernandes Chacon – Prefeito de Ferraz de Vasconcelos
  •          Membro do Conselho Fiscal: Gustavo Henric Costa – Prefeito de Guarulhos
  •          Membro do Conselho Fiscal: Marcus Melo – Prefeito de Mogi das Cruzes
  •          Membro do Conselho Fiscal: Giancarlo Lopes da Silva – Prefeito de Poá

 

19/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Prefeitos mantêm Rodrigo Ashiuchi na presidência do Condemat para 2019)

RMVale discute futuro e integração entre os municípios da região

A região representa a terceira mais populosa do Estado, com cerca de 2,5 milhões de habitantes e que concentra um PIB de R$ 65 bilhões

Autoridades da região estiveram presentes nesta quinta-feira (12) na reunião da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVale-LN), em São José dos Campos. O encontro contou com a presença do ministro e futuro chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Gilberto Kassab. 

Com a presença dos 39 prefeitos que compõem a RMVale, os debates tiveram como foco  traçar as metas e o planejamento para 2019 junto aos Governos do Estado e Federal. Estiveram presentes ainda os 39 prefeitos que compõem o RMVale.

 A  RMVale é formada pelas cidades do Vale do Paraíba e do Litoral Norte. O conglomerado urbano representa a terceira região mais populosa do Estado, com cerca de 2,5 milhões de habitantes e que concentra um PIB de R$ 65 bilhões, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Também presente no encontro,  o deputado eleito Marco Bertaioli destacou a importância de uma maior integração entre os municípios, com todo o grupo de prefeitos trabalhando afinado com o Estado. 

"Reafirmei o meu compromisso de ser a voz e a força de trabalho dos municípios no Estado de São Paulo e em Brasília, estabelecendo uma conexão direta entre os prefeitos e os Governos do Estado e Federal", destacou Bertaiolli.

AgoraVale

Redação 13 Dez 2018 às 16h11 Política 

 Link: https://www.agoravale.com.br/noticias/Politica/rmvale-discute-futuro-e-integracao-entre-os-municipios-da-regiao

17/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (RMVale discute futuro e integração entre os municípios da região)

PIB da RMVale vai fechar 2018 com crescimento de 3,4%, projeta Seade

Estimativa do Seade prevê que crescimento do PIB do Vale do Paraíba será o 2º maior de SP, atrás de Sorocaba e acima da média estadual; entre os setores, a indústria de transformação deverá aumentar o seu PIB em 4,5%

O PIB (Produto Interno Bruto) da RMVale deve crescer 3,4% em 2018, segundo estimativa da Fundação Seade, e passar de R$ 30 bilhões.

Trata-se da segunda maior estimativa entre as regiões metropolitanas do estado de São Paulo, perdendo apenas para a região de Sorocaba, cuja riqueza deverá crescer 6,2% no ano.

As outras têm crescimento abaixo de 3%, como é o caso de Campinas (2,9%), São Paulo (1,9%) e da Baixada Santista (1,8%) -- não há informações disponíveis para a região metropolitana de Ribeirão Preto.

De acordo com os dados mais recentes do Seade, a produção de riquezas dos 39 municípios do Vale foi de R$ 29,1 bilhões no final do segundo trimestre deste ano, o equivalente a 5,3% do PIB paulista (R$ 540,5 bilhões).

A região obteve o terceiro melhor desempenho no Estado, abaixo apenas da Região Metropolitana de São Paulo (R$ 289,7 bilhões) e da região de Campinas (R$ 97,3 bilhões). 

Economia 

Segundo o Seade, a economia paulista deve crescer 2,5% em 2018.

"Esse patamar é superior ao projetado pelo Boletim Focus para a economia brasileira no mesmo período, de 1,4%", apontou o Seade, que estima um crescimento de 1,5% no PIB paulista em 2019.

No entanto, o resultado até o final de ano será menor do que aquele apurado na economia paulista em abril, quando o PIB apontava crescimento de 2,9%, e em junho, quanto o aumento apurado foi de 2,7%.

Quanto aos setores da economia, o Seade prevê um crescimento de 4,5% para a indústria de transformação, sendo que a indústria em geral deve fechar com 3,2% de alta no PIB.

Caem serviços e indústria; agropecuária segura alta do PIB

Até junho deste ano, no final do segundo trimestre, a agropecuária puxou o crescimento do PIB da RMVale, com alta de 7,9%.

Em seguida veio o setor de serviços, com alta de 3,9% e a indústria, com 3,3% --este índice ficou abaixo da média estadual da indústria, de 3,9%.

A má notícia é que o PIB da RMVale recuou 3,1% no segundo trimestre de 2018 na comparação com o trimestre anterior, segundo o Seade.

O PIB de serviços e da indústria também caiu no período: -3,5% e -2,3%, respectivamente. Apenas a riqueza da agropecuária cresceu: 0,8%.

São José e Taubaté estão entre as cidades com maior fatia do PIB estadual, diz Seade

São José dos Campos e Taubaté estão no ranking das 20 cidades paulistas com a maior participação no PIB (Produto Interno Bruto) do Estado de São Paulo.

A maior cidade da RMVale perdeu cinco posições na lista estadual. De 4º município com maior participação no PIB estadual em 2002, com 2,6% da riqueza paulista, São José caiu para o 9º lugar em 2014, com 1,7%, segundo os dados mais atuais da Fundação Seade.

Taubaté manteve a mesma fatia percentual nos dois anos: 0,8%, mas melhorou a posição do 18º para o 16º lugar. São Paulo lidera as duas listas, mas também com queda: 36,4% da riqueza paulista em 2002 para 33,8%, em 2014.

Na análise por setor, a RMVale se destaca na área industrial, com quatro cidades entre as 20 maiores contribuidoras para a riqueza paulista.

São elas São José (5ª posição com 2,6% da riqueza industrial no Estado), Taubaté (10ª e 1,5%), Ilhabela (11ª e 1,3%) e Jacareí (18ª e 1%). Na comparação com a lista de 2002, a novidade foi a entrada de Ilhabela entre as 20 maiores do Estado. 

Economia

Dezembro 15, 2018 - 01:54 

Link:  http://www.ovale.com.br/_conteudo/2018/12/especial/63065-pib-da-rmvale-vai-fechar-2018-com-crescimento-de-3-4--projeta-seade.html

 

17/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (PIB da RMVale vai fechar 2018 com crescimento de 3,4%, projeta Seade)

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