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Rodovia dos Bandeirantes é a mais movimentada da Região Metropolitana de SP, diz pesquisa

Levantamento também aponta que o Terminal Rodoviário do Tietê é o mais movimentado e que maior parte do público do aeroporto de Guarulhos utiliza o automóvel para chegar e deixar o local.

 A Rodovia dos Bandeirantes, que liga o interior paulista à capital, é a mais movimentada da região metropolitana de São Paulo. É o que aponta a pesquisa Origem Destino, realizada pelo Metrô de São Paulo a cada 10 anos. Os resultados do levantamento mais recente foram divulgados nesta quarta-feira (12).

 A pesquisa analisou os deslocamentos nos 39 municípios da região metropolitana de SP. O trabalho de coleta das informações durou 11 meses e envolveu 2.400 pessoas. Os entrevistadores visitaram 132 mil domicílios, dos quais 32 mil foram validados para a utilização dos dados e informações.

 Aproximadamente 118,1 mil veículos de passageiros e de carga passam pelos dois sentidos da Bandeirantes. A segunda rodovia mais movimentada é a Castello Branco, com 69,2 mil veículos. Na sequência, aparecem a Imigrantes (54,2 mil), a Fernão Dias (50,6 mil), Anhanguera (40,3 mil), Presidente Dutra (35,9 mil), Ayrton Senna (32,5 mil), Anchieta (21,9 mil) e a Régis Bittencourt (19,8 mil).

 A soma do número de veículos de passageiros em todas as rodovias cresceu de 287 mil, em 2007, para 395 mil, em 2017. Já o número de veículos de carga caiu ano passado na comparação com a contagem de 2007: de 150 mil para 129 mil. Mesmo assim, houve crescimento na quantidade total de veículos (de passageiros e de carga) 

trafegando pelas rodovias da região metropolitana: de 437 mil (2007) para 524 mil (2017).

A maior parte dos automóveis e táxis que entram e saem da região metropolitana de São Paulo possui, em média, apenas 1,6 ocupante.

O horário de pico de entrada de veículos de passageiros na região metropolitana de São Paulo é registrado por volta das 7h, e de saída, às 8h. Já em relação aos veículos de carga, o fluxo mais intenso de entrada deles na região metropolitana se dá em alguns horários: perto das 3h30, das 5h30, 15h e 20h30. E, de saída, entre 14h30 e 16h. 

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A pesquisa Origem Destino também revelou que o Terminal Tietê é o mais movimentado da região metropolitana, seguido pelo Barra Funda e pelo Terminal Jabaquara.

O transporte mais utilizado para acessar e deixar os três terminais é o Metrô. O ônibus é o segundo meio de transporte mais popular entre os passageiros que chegam e partem dos terminais Tietê (15,8%) e Jabaquara (11,9%); já no Barra Funda, o táxi é o segundo meio mais utilizado.

 

Aeroportos

 O aeroporto mais movimentado é o de Guarulhos, onde 39% das pessoas utilizam o carro para chegar ao local e 43% para sair de lá. O segundo meio de transporte mais usado é o táxi (com 36,8% para chegar ao GRU Airport e 35,5% para deixá-lo).

 Já no Aeroporto de Congonhas, 61,5% do público usa o táxi para chegar lá e 64,7% para sair do local. O segundo meio de transporte mais usado por eles é o automóvel (25,6%). 

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Fonte: G1

Data: 12/12/2018

Por: Marcel Lopes e Rafael Ihara

Link:  https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/12/12/rodovia-dos-bandeirantes-e-a-mais-movimentada-da-regiao-metropolitana-de-sp-diz-pesquisa.ghtml

14/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Rodovia dos Bandeirantes é a mais movimentada da Região Metropolitana de SP, diz pesquisa)

Viagens de ônibus como principal transporte diminuem em SP; Metrô e CPTM crescem, diz pesquisa

Pesquisa Origem Destino é feita de 10 em 10 anos desde 1967 e analisa os deslocamentos nos 39 municípios da região metropolitana de SP.                      

Em 10 anos, o uso dos ônibus como principal modal caiu 5% na região metropolitana de São Paulo, enquanto as viagens feitas de trem e metrô subiram 55% e 53%, respectivamente. Isso é o que mostra a pesquisa Origem Destino, a maior pesquisa de mobilidade urbana do país e realizada a cada 10 anos pelo Metrô.

A pesquisa considera como principal modal o transporte com a maior capacidade usada no trajeto. Por exemplo, um morador da Zona Leste que precisa ir até a Estação Dom Bosco da CPTM. Se ele pegar um ônibus para ir até a Estação Guaianases, andar 20 km no coletivo e depois apenas 1 km de trem entre as estações Guaianases e Dom Bosco, o principal modal é considerado o trem, porque tem a maior capacidade. 

Em 2017, as viagens diárias de metrô como modal principal chegaram a 3,4 milhões, e de trem, a 1,3 milhão. Já os coletivos representaram 8,6 milhões de viagens diárias. Em 2007, eram 9 milhões deslocamentos de ônibus como principal transporte por dia. De 2007 a 2017, a rede do metrô passou de 61,4 para 89,8 km, e a da CPTM de 251,1 para 267,5 km.                                 

A pesquisa Origem Destino 2017 analisou os deslocamentos nos 39 municípios da região metropolitana de SP. O trabalho de coleta das informações durou 11 meses e envolveu 2.400 pessoas. Os entrevistadores visitaram 132 mil domicílios, dos quais 32 mil foram validados para a utilização dos dados e informações. 

Fonte: G1

Data; 12/12/2018

Por:  Marcel Lopes e Paula Paiva Paulo

Link: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/12/12/viagens-de-onibus-como-principal-transporte-diminuem-em-sp-metro-e-cptm-crescem-diz-pesquisa.ghtml

14/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Viagens de ônibus como principal transporte diminuem em SP; Metrô e CPTM crescem, diz pesquisa)

Conselho de Desenvolvimento da RMC lança mapa cultural na última reunião do ano

O Conselho de Desenvolvimento da RMC (Região Metropolitana de Campinas) se reuniu na manhã desta quarta-feira, 12, em Nova Odessa, para finalizar os trabalhos do ano. Na ocasião, o presidente do Conselho e prefeito de Nova Odessa, Benjamim Bill Vieira de Souza, recebeu o Inventário do Patrimônio Cultural da RMC, elaborado pela Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano).

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O Inventário integra o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de Campinas (PDUI-RMC) e ficará à disposição para consulta na biblioteca da Agemcamp (Agência Metropolitana de Campinas). “Este é um produto das nossas câmaras temáticas que trabalham para elaboração do PDUI. Pelo bom exemplo de hoje, nosso Plano deverá ser referencial para o país”, destacou o presidente Bill.

Segundo o Diretor de Planejamento e Novos Negócios da Emplasa – Luiz José Pedretti – o inventário foi feito por determinação do Estatuto da Metrópole, para que houvesse a delimitação de áreas visando à proteção do Patrimônio Cultural. “Estamos apresentando hoje o resultado de um levantamento detalhado dos bens culturais tombados dos 20 municípios da RMC”. Cada município presente recebeu um arquivo digital do material.

 

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A reunião contou com a presença de representantes de 11 municípios: os prefeitos de Nova Odessa, Benjamim Bill; de Morungaba, Marco Antonio de Oliveira; Hortolândia, Angelo Perugini; Itatiba, Douglas Augusto; Jaguariúna, Gustavo Reis; Pedreira, Hamilton Bernardes; Engenheiro Coelho, Pedro Franco; Vinhedo, Jaime Cruz e Artur Nogueira, Ivan Vicensotti, a Vice-Prefeita de Valinhos, Laís Helena; além dos representantes das secretarias de Estado.

Na pauta da reunião, também foram aprovados recursos financeiros do Fundocamp para realização do seguintes projetos no município de Morungaba: Obras de Mobilidade Urbana e Sistema Metropolitano de Proteção aos Bens e Serviços Públicos Municipais, que refere-se à aquisição de um veículo a ser utilizado pela Guarda Municipal. Para este mesmo projeto foram aprovados também recursos para os municípios de Cosmópolis e Pedreira.

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Agemcamp 12.12.2018

13/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Conselho de Desenvolvimento da RMC lança mapa cultural na última reunião do ano)

Contexto Paulista

Com o objetivo de compartilhar iniciativas para impulsionar o ambiente de negócios e a cultura de inovação nos municípios paulistas, a agência Investe SP, ligada ao governo estadual, lançou a primeira edição do SP Conecta Cidades. “O objetivo é sair da capital e contribuir para o desenvolvimento econômico paulista por meio do potencial das startups”, diz Franklin Ribeiro, o head do Ecossistema de Startups da agência. Será um projeto itinerante. A largada ocorreu quarta-feira (5/12), em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. 0 próximo encontro será em Limeira, no dia 11 de dezembro. Serão convidados para os eventos empreendedores, empresários, investidores, representantes do setor público e de universidades. Nesse tipo de reunião, alguns vão em busca de serem investidores anjo, outros para aprender como criar ou acelerar uma startup, dar ou receber mentoria, ou ainda aprender a como fazer bons pitches (apresentação das idéias).

 CORRENTE DO BEM NA PRIMEIRA PÁGINA

Unindo arte e solidariedade, o jornal OVALE, da Rede APJ (Associação Paulista de Jornais), toma visível a arte regional a quem não a vê normalmente e colabora com uma das instituições mais respeitadas do Vale do Paraíba, o Gacc (Grupo de Assistência à Criança com Câncer), de São José dos Campos. Trata-se do projeto Mãos à Obra, criado e realizado pelo jornal e pela Galeria Victor Hugo, do Colinas Shopping. Também conta com a colaboração de 70 artistas que doaram obras ao Gacc. Todo o dinheiro arrecadado será destinado direta e integralmente ao Gacc, que mantém um hospital para atender mais de 500 crianças e adolescentes em tratamento do câncer.

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“A ideia é criar uma corrente do bem para, empregando a arte da solidariedade e do amor ao próximo, garantir um Feliz Natal para as crianças que enfrentam o tratamento contra o câncer”, afirma Guilhermo Codazzi, editor-chefe do jornal e idealizador do projeto. OVALE conta com a ajuda de um curador para escolher obras que já estão estampando a capa do jornal nos finais de semana. Ao todo, serão 10 capas com obras. E como forma de valorizar o talento do artista regional, a contracapa da edição conta com uma galeria com outras dass obras doadas. “Estampar na capa uma boa nova, uma boa notícia, para ajudar e fazer uma corrente do bem, com todo mundo colaborando e dando as mãos ao Gacc”, diz Codazzi. “Acho que esse projeto é uma obra de Deus”, afirma a artista Cristina Demétrio, que doou um quadro para o leilão e participa da coordenação do projeto.

COMUNICAÇÃO DO PALÁCIO

O jornalista Cleber Mata, 38 anos, formado pela PUC de Campinas e com especialização em Marketing Político na USR e que já atuou em jornais no Interior Paulista, será o titular da Secretaria Especial de Comunicação do governo estadual a partir de janeiro. “A sociedade quer o governo se comunicando de forma mais ativa, dinâmica e transparente, sem limites”, disse Mata à Rede APJ Associação Paulista de Jornais, por ocasião de seu anúncio pelo governador eleito, João Dória. Mata, 38 anos, atuou por dez anos na subsecretária de Comunicação do Governo de São Paulo e comandou a Assessoria de Imprensa do presidente da Assembleia Legislativa, Cauê Macris.

INCENTIVO À AGRICULTURA

 A Assembleia Legislativa aprovou proposta que isenta do ICMS parte da produção de hortifrutis no Estado. 0 projeto é do deputado Estevam Galvão (DEM, base eleitoral em Suzano). Ficarão livres do imposto alimentos como abóbora, alho, alface, batata, cebola, cenoura, couves, ervilha, espinafre, gengibre, mandioca, milho verde e tomate. Também foram incluídas na isenção as flores e frutas nativas ou originárias de países membros da Associação Latino-Americana de Livre Comércio (Alalc). 0 projeto aguarda a sanção pelo governador Márcio França.

COMO VÃO AS ESTRADAS?

A Comissão de Transportes e Comunicações da Assembléia Legislativa decidiu convocar representantes das empresas concessionárias que administram as maiores estradas do Estado de São Paulo. “Há muitas obras que não estão sendo executadas, e a conservação dessas estradas está em má situação”, diz o deputado Edmir Chedid (DEM, base eleitoral na região Bragantina e Circuito das Águas).

BREVES

• A Sabesp assinou contrato com os municípios de Terra Roxa, Assis e Aguaí. Serão investidos cerca de R$ 140 milhões em três décadas.

• Mais um sinal da recuperação da economia no Estado de São Paulo: no terceiro trimestre de 2018, foram gerados 72.025 postos de trabalho formais (diferença entre admissões e demissões).

 O jornalista Carlos Henrique Fioravanti lançará no próximo dia 17 o livro “O Combate à Febre Amarela no Estado de São Paulo: História, Desafios e Inovações”. Será no Salão dos Pratos, Palácio dos Bandeirantes, às 17 horas.

Fonte: O Imparcial

Data: 12/12/2018

Por: redação

Link: http://imparcial.com.br/noticias/contexto,24916

12/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Contexto Paulista)

Carta de Direitos Humanos completa 70 anos em momento de incertezas

Em 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas promulgava a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). Era uma resposta imediata às atrocidades cometidas nas duas guerras mundiais, mas não só isso. Era o estabelecimento de um ideário arduamente construído durante pelo menos 2.500 anos visando a garantir para qualquer ser humano, em qualquer país e sob quaisquer circunstâncias, condições mínimas de sobrevivência e crescimento em ambiente de respeito e paz, igualdade e liberdade.

O caráter universal constituiu-se numa das principais novidades do documento, além da abrangência de sua temática, uma vez que países individualmente já haviam emitido peças de princípios ou textos legais firmando direitos fundamentais inerentes à condição humana. O caso mais célebre é o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, firmada em outubro de 1789 pela França revolucionária.

Com um preâmbulo e 30 artigos que tratam de questões como a liberdade, a igualdade, a dignidade, a alimentação, a moradia, o ensino, a DUDH é hoje o documento mais traduzido no mundo — já alcança 500 idiomas e dialetos. Tanto inspirou outros documentos internacionais e sistemas com o mesmo fim quanto penetrou nas constituições de novos e velhos países por meio do instituto dos princípios e direitos fundamentais. Na Constituição brasileira de 1946, os direitos fundamentais já eram consignados, mas é na Carta de 1988 que se assinala a “prevalência dos direitos humanos”.

Adotada numa perspectiva internacionalista, multilateral, a DUDH, conforme vários observadores, celebra sete décadas sob a turbulência do ressurgimento de tendências políticas e culturais que renegam os direitos humanos em várias partes do globo.

Por ocasião do Dia Mundial da Paz, em 21 de setembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, alertou para “a proliferação do populismo e do extremismo, que constituem um obstáculo aos ideais de paz e direitos universais”.

— A paz será imperfeita e frágil, a menos que todos se beneficiem dela. Os direitos humanos são universais ou não são — enfatizou a chefe da UNESCO.

Ecoou assim o pressuposto estabelecido por aquele que é considerado o artífice da universalidade da carta, o representante francês na comissão que redigiu a declaração, Renê Cassin: a paz internacional só seria possível se os direitos humanos fossem igualmente respeitados em toda parte.

O clamor por esses direitos, portanto, não cessa. E cada vez mais se articula em ações de governos, de organismos como a Anistia Internacional, de organizações não governamentais e da sociedade civil. Contudo, o questionamento aos ditames desse estatuto, que antes poucos ousavam contestar, cria uma atmosfera de incerteza e, por vezes de pessimismo. Esse sentimento não é meramente uma manifestação de subjetividade: informe da ONU Brasil dá conta de que 87 mil mulheres no mundo foram vítimas de homicídio em 2017. Desse grupo, aproximadamente 50 mil — ou 58% — foram mortas por parceiros íntimos ou parentes. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) vê estagnação de progressos para proteger as mulheres no ambiente doméstico.

— Embora a vasta maioria das vítimas de homicídio seja de homens, as mulheres continuam a pagar o preço mais alto como resultado da desigualdade e discriminação de gênero e estereótipos negativos — declarou o chefe do organismo internacional, Yury Fedotov.

A senadora Regina Sousa (PT-PI), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, considera lamentável que o mundo não tenha dado passos importantes durante 70 anos.

— A confusão da concepção de direitos humanos foi proposital. A elite mundial e a brasileira colocaram na cabeça das pessoas que direitos humanos são direitos de bandidos. E não é [assim]. São direitos das pessoas a moradia, a saúde, a educação, o transporte, cidades feitas pensando nas pessoas, direito da população negra contra o racismo, direito de não ser escravizado, direitos da população LGBT de não ser morta. Mesmo o bandido tem lá os seus direitos, merece tratamento decente — avaliou a senadora depois de anunciar para a tarde desta segunda-feira (10) uma audiência pública com representantes de várias categorias que atuam nessa seara.

Enquanto casos de escravidão são flagrados próximos à capital do Brasil, continua envolto em mistério o assassinato de uma vereadora do Rio de Janeiro e defensora dos direitos humanos que atuava o em áreas controladas pelo narcotráfico e as milícias. Os motivos e os autores do crime não foram até agora esclarecidos. A provável execução de Marielle Franco causou indignação em todo o mundo e motivou declarações do próprio Papa Francisco. Nove meses depois de sua ocorrência, a Anistia Internacional reclama a solução para o caso, assim como a presidente da CDH.

“Vamos agir juntos para promover e defender os direitos humanos para todos, em nome da paz duradoura para todos. A paz cria raízes quando as pessoas vivem livres da fome, da pobreza e da opressão. Eu encorajo vocês a se manifestarem: pela igualdade de gênero, por sociedades inclusivas, por ações climáticas. Façam a sua parte na escola, no trabalho, em casa. Cada passo conta. A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um marco fundador e um guia que deve assegurar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

António Guterres, secretário-geral da ONU 

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Fonte: Portal de noticias do Senado Federal

Data: 10/12/2018

Por: Redação

Link: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2018/12/70-anos-da-declaracao-universal-dos-direitos-humanos

10/12/2018 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Carta de Direitos Humanos completa 70 anos em momento de incertezas)

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